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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O Natal ideal para todas as crianças


Se o mundo hoje resume em flores sem cheiro e ainda sim as crianças apreciam por sua beleza, se resume em borboletas que já foram lagartas, mas mesmo assim são amadas pelas crianças por saberem voar, se o mundo resume-se em textos sem palavras ou diálogos sem assunto e ainda sim as crianças adoram ler e conversar; Penso em como os adultos reclamam futilmente das adversidades e dos problemas existências da humanidade se o que há de mais lindo e a solução de nossos problemas estão ao nosso redor e nem se quer enxergamos. Haja vista que são as crianças que colorem o nosso mundo e cultivam tantos sorrisos, ainda que enfrentem dificuldades, mas nada que as abalem. Será mesmo que devemos reclamar de tão pouco se criaturas indefesas e pequenas são capazes de esquecer e seguir em frente? Ser criança não é ter pouco e contentar-se com muito e sim ter pouco, mas alegra-se pelo pouco que tem... Então eu pergunto: qual a vida ideal para as crianças que tanto nos alegram? Dia 25 de Dezembro vem o Natal e também me pergunto: como seria o Natal ideal de todas as crianças?
Ao menos quando era criança me divertia ganhando presentes atrás de presentes, juntar a família e depois ganhar mais presentes, acender a árvore de natal, ganhar mais alguns presentes e dormir para esperar o bom velhinho vir me visitar. Hoje, porém, não me resta tempo e nem paciência para certas coisas. Todo o consolo que tenho no natal é lembrar que essa é a data do nascimento de Jesus, porém, sei que nem todos se lembram de parabenizar o aniversariante.
Hoje, sei que nada do que eu pensei que seria quando fosse “gente grande” era realmente possível, mas sei que se lutar muito realizarei todas as minhas metas, porém, se desperdiçar meu tempo lutando pela felicidade do meu futuro, aonde arranjarei tempo para divertir-me e para me acarinhar com minhas crianças? Bom, talvez seja esse o maior dilema de nós adultos.
Como eu abriria mão de oito a dez horas de trabalho por apenas cinco na escola... Como abriria mão de ter que me preocupar com contas a pagar ou compras á fazer para preocupar-me com figurinhas, lições de casa e o que pedir para o papai Noel no natal.
Hoje em dia, sei que gostaria de sentar por 5 minutos no chão para brincar de adoletá, andar descaso pela casa e poder reclamar de ter que lavar a louça, porém, não é tão simples assim, tenho que me conformar e fazer de todo o possível para que meus filhos aproveitem a idade que têm, mas nada me impede que eu deixe florescer a criança que há dentro de mim.
As crianças de hoje costumam querer crescer rápido e nem se quer percebem que com o tempo também se vai toda a disposição de sonhar, com o tempo vão se frustrando ao ver o quão eram felizes e não sabiam, se frustram em saber que todos os sonhos ou metas idealizados talvez nunca sejam realizados, não por incapacidade de se alcançar o que quer e sim por cansaço e não suportar mais sofrer. Crianças de 12 anos que já querem ter responsabilidades de adultos e acabam esquecendo de dar seu sorriso diário, ou até mesmo crianças que geram crianças e acabam esquecendo de brincar... São nesses momentos que o mundo pede socorro e que nós adultos nos assustamos por ser uma infância a mais perdida...
Voltando ao assunto do Natal, época de amor, tradição, confraternização e família unidas... Lembro do peru na mesa e dos meus primos correndo pela casa toda, lembro-me de correr para os braços da vovó e perguntar: - vovó... Cadê meu bolo de chocolate? E os meus presentes?; Lembro-me também de todos rodeados o redor da árvore de natal, todos a enfeitando e do amigo secreto.
Natal para mim sempre foi sinônimo de nascimento, por desde pequena saber que era nessa data o nascimento do menino Jesus, bom, talvez muito se esqueçam disso, mas eu sempre lembrei e tento passar isto para meus filhos...
Para algumas crianças não há muita diferença entre Natal, Páscoa ou qualquer outra data especial, pois todos os dias do ano são especiais a sua maneira e com experiências novas á viver, nós adultos gostamos do natal, talvez pelo décimo terceiro ou mesmo pela comemoração em si. Nem sempre temos tempo para curti-lo, mas o Natal não deixa e em nunca deixará de ser a data mais importante para a humanidade, é uma data universal a qual todos podem se abraçar, esquecer as diferenças e tentar viver em paz.
Se pudesse pedir algo ao papai Noel pediria que desse algo para as crianças para tornar o Natal de cada uma o mais feliz a cada ano, pediria a elas o direito de brincar, serem livres para sorrir e sonhar, pois o Natal apesar de especial para as crianças é um dia entre trezentos e sessenta e cinco que elas brincam, sonham e se alegram simplesmente pela chance de existir.
E o que eu pediria para os adultos?
Talvez um pouco de infância...

Se o mundo hoje resume em flores sem cheiro e ainda sim as crianças apreciam por sua beleza, se resume em borboletas que já foram lagartas, mas mesmo assim são amadas pelas crianças por saberem voar, se o mundo resume-se em textos sem palavras ou diálogos sem assunto e ainda sim as crianças adoram ler e conversar; Penso em como os adultos reclamam futilmente das adversidades e dos problemas existências da humanidade se o que há de mais lindo e a solução de nossos problemas estão ao nosso redor e nem se quer enxergamos. Haja vista que são as crianças que colorem o nosso mundo e cultivam tantos sorrisos, ainda que enfrentem dificuldades, mas nada que as abalem. Será mesmo que devemos reclamar de tão pouco se criaturas indefesas e pequenas são capazes de esquecer e seguir em frente? Ser criança não é ter pouco e contentar-se com muito e sim ter pouco, mas alegra-se pelo pouco que tem... Então eu pergunto: qual a vida ideal para as crianças que tanto nos alegram? Dia 25 de Dezembro vem o Natal e também me pergunto: como seria o Natal ideal de todas as crianças?

Ao menos quando era criança me divertia ganhando presentes atrás de presentes, juntar a família e depois ganhar mais presentes, acender a árvore de natal, ganhar mais alguns presentes e dormir para esperar o bom velhinho vir me visitar. Hoje, porém, não me resta tempo e nem paciência para certas coisas. Todo o consolo que tenho no natal é lembrar que essa é a data do nascimento de Jesus, porém, sei que nem todos se lembram de parabenizar o aniversariante.
Hoje, sei que nada do que eu pensei que seria quando fosse “gente grande” era realmente possível, mas sei que se lutar muito realizarei todas as minhas metas, porém, se desperdiçar meu tempo lutando pela felicidade do meu futuro, aonde arranjarei tempo para divertir-me e para me acarinhar com minhas crianças? Bom, talvez seja esse o maior dilema de nós adultos.
Como eu abriria mão de oito a dez horas de trabalho por apenas cinco na escola... Como abriria mão de ter que me preocupar com contas a pagar ou compras á fazer para preocupar-me com figurinhas, lições de casa e o que pedir para o papai Noel no natal.
Hoje em dia, sei que gostaria de sentar por 5 minutos no chão para brincar de adoletá, andar descaso pela casa e poder reclamar de ter que lavar a louça, porém, não é tão simples assim, tenho que me conformar e fazer de todo o possível para que meus filhos aproveitem a idade que têm, mas nada me impede que eu deixe florescer a criança que há dentro de mim.
As crianças de hoje costumam querer crescer rápido e nem se quer percebem que com o tempo também se vai toda a disposição de sonhar, com o tempo vão se frustrando ao ver o quão eram felizes e não sabiam, se frustram em saber que todos os sonhos ou metas idealizados talvez nunca sejam realizados, não por incapacidade de se alcançar o que quer e sim por cansaço e não suportar mais sofrer. Crianças de 12 anos que já querem ter responsabilidades de adultos e acabam esquecendo de dar seu sorriso diário, ou até mesmo crianças que geram crianças e acabam esquecendo de brincar... São nesses momentos que o mundo pede socorro e que nós adultos nos assustamos por ser uma infância a mais perdida...
Voltando ao assunto do Natal, época de amor, tradição, confraternização e família unidas... Lembro do peru na mesa e dos meus primos correndo pela casa toda, lembro-me de correr para os braços da vovó e perguntar: - vovó... Cadê meu bolo de chocolate? E os meus presentes?; Lembro-me também de todos rodeados o redor da árvore de natal, todos a enfeitando e do amigo secreto.
Natal para mim sempre foi sinônimo de nascimento, por desde pequena saber que era nessa data o nascimento do menino Jesus, bom, talvez muito se esqueçam disso, mas eu sempre lembrei e tento passar isto para meus filhos...
Para algumas crianças não há muita diferença entre Natal, Páscoa ou qualquer outra data especial, pois todos os dias do ano são especiais a sua maneira e com experiências novas á viver, nós adultos gostamos do natal, talvez pelo décimo terceiro ou mesmo pela comemoração em si. Nem sempre temos tempo para curti-lo, mas o Natal não deixa e em nunca deixará de ser a data mais importante para a humanidade, é uma data universal a qual todos podem se abraçar, esquecer as diferenças e tentar viver em paz.
Se pudesse pedir algo ao papai Noel pediria que desse algo para as crianças para tornar o Natal de cada uma o mais feliz a cada ano, pediria a elas o direito de brincar, serem livres para sorrir e sonhar, pois o Natal apesar de especial para as crianças é um dia entre trezentos e sessenta e cinco que elas brincam, sonham e se alegram simplesmente pela chance de existir.
E o que eu pediria para os adultos?
Talvez um pouco de infância...

Se o mundo hoje resume em flores sem cheiro e ainda sim as crianças apreciam por sua beleza, se resume em borboletas que já foram lagartas, mas mesmo assim são amadas pelas crianças por saberem voar, se o mundo resume-se em textos sem palavras ou diálogos sem assunto e ainda sim as crianças adoram ler e conversar; Penso em como os adultos reclamam futilmente das adversidades e dos problemas existências da humanidade se o que há de mais lindo e a solução de nossos problemas estão ao nosso redor e nem se quer enxergamos. Haja vista que são as crianças que colorem o nosso mundo e cultivam tantos sorrisos, ainda que enfrentem dificuldades, mas nada que as abalem. Será mesmo que devemos reclamar de tão pouco se criaturas indefesas e pequenas são capazes de esquecer e seguir em frente? Ser criança não é ter pouco e contentar-se com muito e sim ter pouco, mas alegra-se pelo pouco que tem... Então eu pergunto: qual a vida ideal para as crianças que tanto nos alegram? Dia 25 de Dezembro vem o Natal e também me pergunto: como seria o Natal ideal de todas as crianças?

Ao menos quando era criança me divertia ganhando presentes atrás de presentes, juntar a família e depois ganhar mais presentes, acender a árvore de natal, ganhar mais alguns presentes e dormir para esperar o bom velhinho vir me visitar. Hoje, porém, não me resta tempo e nem paciência para certas coisas. Todo o consolo que tenho no natal é lembrar que essa é a data do nascimento de Jesus, porém, sei que nem todos se lembram de parabenizar o aniversariante.
Hoje, sei que nada do que eu pensei que seria quando fosse “gente grande” era realmente possível, mas sei que se lutar muito realizarei todas as minhas metas, porém, se desperdiçar meu tempo lutando pela felicidade do meu futuro, aonde arranjarei tempo para divertir-me e para me acarinhar com minhas crianças? Bom, talvez seja esse o maior dilema de nós adultos.
Como eu abriria mão de oito a dez horas de trabalho por apenas cinco na escola... Como abriria mão de ter que me preocupar com contas a pagar ou compras á fazer para preocupar-me com figurinhas, lições de casa e o que pedir para o papai Noel no natal.
Hoje em dia, sei que gostaria de sentar por 5 minutos no chão para brincar de adoletá, andar descaso pela casa e poder reclamar de ter que lavar a louça, porém, não é tão simples assim, tenho que me conformar e fazer de todo o possível para que meus filhos aproveitem a idade que têm, mas nada me impede que eu deixe florescer a criança que há dentro de mim.
As crianças de hoje costumam querer crescer rápido e nem se quer percebem que com o tempo também se vai toda a disposição de sonhar, com o tempo vão se frustrando ao ver o quão eram felizes e não sabiam, se frustram em saber que todos os sonhos ou metas idealizados talvez nunca sejam realizados, não por incapacidade de se alcançar o que quer e sim por cansaço e não suportar mais sofrer. Crianças de 12 anos que já querem ter responsabilidades de adultos e acabam esquecendo de dar seu sorriso diário, ou até mesmo crianças que geram crianças e acabam esquecendo de brincar... São nesses momentos que o mundo pede socorro e que nós adultos nos assustamos por ser uma infância a mais perdida...
Voltando ao assunto do Natal, época de amor, tradição, confraternização e família unidas... Lembro do peru na mesa e dos meus primos correndo pela casa toda, lembro-me de correr para os braços da vovó e perguntar: - vovó... Cadê meu bolo de chocolate? E os meus presentes?; Lembro-me também de todos rodeados o redor da árvore de natal, todos a enfeitando e do amigo secreto.
Natal para mim sempre foi sinônimo de nascimento, por desde pequena saber que era nessa data o nascimento do menino Jesus, bom, talvez muito se esqueçam disso, mas eu sempre lembrei e tento passar isto para meus filhos...
Para algumas crianças não há muita diferença entre Natal, Páscoa ou qualquer outra data especial, pois todos os dias do ano são especiais a sua maneira e com experiências novas á viver, nós adultos gostamos do natal, talvez pelo décimo terceiro ou mesmo pela comemoração em si. Nem sempre temos tempo para curti-lo, mas o Natal não deixa e em nunca deixará de ser a data mais importante para a humanidade, é uma data universal a qual todos podem se abraçar, esquecer as diferenças e tentar viver em paz.
Se pudesse pedir algo ao papai Noel pediria que desse algo para as crianças para tornar o Natal de cada uma o mais feliz a cada ano, pediria a elas o direito de brincar, serem livres para sorrir e sonhar, pois o Natal apesar de especial para as crianças é um dia entre trezentos e sessenta e cinco que elas brincam, sonham e se alegram simplesmente pela chance de existir.
E o que eu pediria para os adultos?
Talvez um pouco de infância...

Autora: Any Kethellen Magalhães

BY: Anjo Missionário


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