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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Vecículos : Sabedoria 2, 1:9

1. Dizem, com efeito, nos seus falsos raciocínios: Curta é a nossa vida, e cheia de tristezas; para a morte não há remédio algum; não há notícia de ninguém que tenha voltado da região dos mortos.
2. Um belo dia nascemos e, depois disso, seremos como se jamais tivéssemos sido! É fumaça a respiração de nossos narizes, e nosso pensamento, uma centelha que salta do bater de nosso coração!
3. Extinta ela, nosso corpo se tornará pó, e o nosso espírito se dissipará como um vapor inconsistente!
4. Com o tempo nosso nome cairá no esquecimento, e ninguém se lembrará de nossas obras. Nossa vida passará como os traços de uma nuvem, desvanecer-se-á como uma névoa que os raios do sol expulsam, e que seu calor dissipa.
5. A passagem de uma sombra: eis a nossa vida, e nenhum reinício é possível uma vez chegado o fim, porque o selo lhe é aposto e ninguém volta.
6. Vinde, portanto! Aproveitemo-nos das boas coisas que existem! Vivamente gozemos das criaturas durante nossa juventude!
7. Inebriemo-nos de vinhos preciosos e de perfumes, e não deixemos passar a flor da primavera!
8. Coroemo-nos de botões de rosas antes que eles murchem!
9. Ninguém de nós falte à nossa orgia; em toda parte deixemos sinais de nossa alegria, porque esta é a nossa parte, esta a nossa sorte!

By: Anjo Missionário


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Testemunho Neide - Não é certo uma mãe perder um filho, mas Deus sabe o que faz...

Testemunho de Neide (mãe da Fernanda)
Primeiramente agradeço a Deus por ter me dado uma filha tão maravilhosa; agradeço também, de coração, a todos os amigos dela; aos meus familiares; aos meus colegas de trabalho; aos meus vizinhos, enfim, a todos que compareceram no velório e manifestaram um gesto de carinho, solidariedade e compaixão.
Estava tudo tão bem, a minha filha trabalhando, fazendo um curso de Meio Ambiente, estava namorando, estava tão feliz... De repente, é como se uma pedra enorme viesse rolando do topo de uma montanha e acabasse com tudo, com nossos sonhos, com nossos planos...
Na sexta-feira do dia 21 de Maio, por volta das 5:20 da tarde eu estava decidida a ir à casa da minha mãe, mas por alguma razão, mudei de idéia e resolvi esperar por minha filha , que deveria chegar do trabalho logo mais.
Alguns minutos depois, chega correndo, dizendo que estava atrasada para o curso, pois tinha pouco tempo para tomar banho e sair. Ela entrou no banheiro aparentemente bem, mas quando saiu, já apresentava sinais de comprometimento na coordenação motora, com muita dificuldade de se manter de pé. A partir daí começou todo meu sofrimento, mas nem de longe suspeitei que se tratasse de um AVC. Levei minha filha ao Pronto Socorro acreditando que ela ia voltar comigo para casa, mas isso não aconteceu, e as últimas palavras que pude ouvir dela foi um recado para o namorado, pedindo-me que o avisasse onde ela estava. Eu ainda brinquei com ela. Ela deitada no banco traseiro do carro, com a cabeça sobre o colo de minha mãe, sorriu e depois disso não deu mais sinal. Ela sofreu uma parada cardíaca ainda no Pronto Socorro, e tudo o que pude fazer foi chorar. Chorar e invocar o nome de Deus, enquanto o médico e enfermeiros tentavam fazer a reanimação cardiopulmonar. Posteriormente, foi transferida para o CREI, e no dia seguinte para o hospital Santo Amaro de Guarujá, onde ela faleceu, na manhã da Segunda-feira do dia 24 de Maio. Parecia que ela estava esperando o pai e o irmão chegarem da viagem para se despedir. Viagem que por sinal, foi antecipada, pois, diante da circunstância, não tive como não avisá-los para que voltassem com urgência. Os dois chegando de viagem e ela partindo. Só que a viagem dela era para bem longe, bem distante, no infinito.
Eu não perdi só uma filha, perdi também uma companheira, uma amiga, uma cúmplice. Minha filhinha sofria de aneurisma e ninguém sabia... Só Deus sabia.
A lembrança é o que me restou. E falando em lembranças, meu filho encontrou em seu MP4 uma gravação que a Fernanda havia feito, pouco recente. Trata-se de um trecho de uma música góspel. Vejam:
“Peniel, saio daqui vencedor,
Peniel, levo essas marcas em mim,
Vou morrer, morrer pra mim mesmo,
E mudar minha história pra sempre”.
Meu Deus! Como me emocionei ao ouvir essa gravação. Parece tão profético.
Apesar de tudo o que aconteceu, eu só tenho motivos para agradecer a Deus. Entre outras coisas, por Ele ter me escolhido para ser mãe da Fernanda. Agradeço a Deus por ter me dado à oportunidade de estar ao lado dela neste momento. Com certeza eu estaria com um sentimento de culpa muito grande, e meu sofrimento seria muito maior se eu tivesse saído de casa e, ao chegar encontrasse-a já em óbito. Graças a Deus, isto não aconteceu, porque Ele fez com que se manifestasse em mim o desejo de esperar por ela. E pensando bem, minha filha teve uma passagem, tão em paz! Até pediu-me pra ficar tranqüila. Dá pra imaginar essa cena? Eu, aflita, desesperada, vestindo-a para levá-la ao Pronto Socorro, e ela tão serena, olha pra mim e diz: Fique tranqüila, mãe!
Acredito que Deus tinha um plano superior para ela. Que tudo que sonhamos aqui, se torna pequeno, perto do que Deus pode oferecer a ela, e isso me conforta. E me conforta também pensar que eu não me enganei, em acreditar que ela ia ficar bem e voltar para casa, pois, de fato ela está bem, e ela voltou para casa, mas não para a minha casa, e sim, para a casa do Pai. Do jeitinho que Deus me deu, Deus a levou: pura. Deve haver alguma razão que explique essa passagem tão precoce.

By: Anjo Missionário


Testemunho Laís Da Silva --- Uma Simples Garota

Há um tempo existia uma menininha que só pensava em amar e ser boa amiga!
Mas essa menina passou por tantas coisas, como: ilusões, derrotas, sofrimentos, traições de amigos e amores não correspondidos!
Uma menina que perdeu varia oportunidades simplesmente para deixar quem ela amava ser feliz.
Sempre ia pela cabeça dos outros, fazia as coisas pensando no que os outros pensavam e ela simplesmente abandonava de lado seus pensamentos, opiniões e sentimentos.
Até que um dia ela estava chorando no recreio da escola sentada no cantinho da parede, e a pessoa que ela menos esperava chegou e falou: Não liga pro que os outros pensam ou fala de você, o que importa é o que você pensa de si mesma.
E um abraço ali aconteceu, lagrimas escorriam em seu rosto.
Ali aquela menininha cresceu se tornou grande o bastante para colocar suas opiniões em praticas.
Desafios aconteceram, mortes ocorreram, perdas surgiram, e vitórias foram ganhas.
Limites ultrapassados, medos vencidos e forças renovadas.
Hoje a menininha que nasceu em 13 de fevereiro de 1996, aos seus 14 anos, se acha mulher o suficiente para seguir em frente em busca dos seus sonhos e desejos.
Quem é ela? Prazer, Laís da Silva
 
Depois daquele dia cheio de surpresas, sorrisos e choros só me restam aquele cantinho em que posso descansar e refletir sobre tudo aquilo que me aconteceu.
Durante o dia escondo as tristezas da vida, por traz do meu olhar cheio de lagrimas presas como ondas no fundo do mar, que quando batem nas rochas elas se rompem e ali as ondas de desmancham espirrando águas por todos os lados.
Naquele cantinho há um espaço em que posso encostar minha cabeça e descansar, pensar em tudo outra vez.
Ali eu divido minhas tristezas e minhas alegrias com o meu mundinho no qual só eu falo e tudo se cala.
 O meu cantinho de pensar, sorrir, chorar, brincar, gritar, correr, dançar, colocar tudo pra fora!
Cada canto do meu cantinho tem um significado, tem um porque, objetivo de me fazer sentir bem!
O lugar aonde os sonhos são sonhados, onde os planos são colocas em um pequeno papel despertando tudo que há em mim.
O meu cantinho em que tudo é dividido com Deus e com mais ninguém!
E sobre as prateleiras objetos que me lembra do que eu mais gosto.
Aquela parte macia e aconchegante do meu cantinho sou aonde eu mais penso mais desabafo comigo mesma.
É o meu mundinho cor de rosa, onde tudo são flores.

By: Anjo Missionário

 

Testemunho Any Kethellen Magalhães -- O Deus que nunca se esquece de mim...

Não sei explicar minha existência, não sei ao menos explicar porque os raios de sol insistem em irradiar meu rosto todas as manhãs.
Não sei explicar o brilho das estrelas e da lua em um mundo que só mereceu o breu e a escuridão nas trevas da noite.
não sei explicar como o mundo se tornou tão distante e repelido do amor de Deus.
não sei explicar porque Deus ainda não se esqueceu de mim....
~~ ♥~~

Cada dia de minha vida em que uma simples lágrima vier a rolar não me revoltarei com o mundo por não ser o mundo perfeito, pois também fui cúmplice a ajudei a construir esse mundo, porém todas as maldades e atrocidades que acontecem hoje em dia jamais saíram de minha mente... e sei que posso morrer qualquer dia e horário, portanto tenho que viver e intensificar cada segundo que respirar em razão do mundo e não em torno de minha própria existência, posso até não merecer mas sei que Deus jamais me esquecerá de mim...

Posso ser pecador e posso ter meus defeitos mas apesar do isolamento e dos meus erros sei que Deus jamais se esquecerá de mim.

Não me revoltarei com o mundo por ter tornado as pessoas assim, não culparei o céu por não ter ficado tão limpo e azul quando eu precisei, não culparei o sol por não brilhar com tanta intensidade como brilhava antes, pois sei que este mundo que Deus me deu me permite ter uma céu sobre minha cabeça e os raios do sol irradiando meu rosto todas as manhãs.

Sei que se um dia deixar de valorizar o mundo e a luz que tanto insiste em me fazer brilhar, Deus ainda sim se lembrará de mim e me fará ter novos motivos para sorrir e valorizar seu amor por mim, pois não importa meus momentos de egocentrismo e meu egoísmo de esquecer Deus em alguns momentos pois ainda sim... ele nunca se esquecerá de mim!



           BY: Anjo Missionário

sábado, 13 de novembro de 2010

O cavalinho e a borboleta

Esta é a história de duas criaturas de Deus, que viviam numa distante floresta , há muitos anos atrás. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas, aproximaram-se e criaram um elo.
A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta, enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue a natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta, e a partir daí sua liberdade foi cerceada.
A borboleta no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.
Entre um e outro, ela optava por esquecer o coice e guardar dentro de seu coração, o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto, por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível, por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
Vieram outras manhãs, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta.
Resolveu então, sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho, onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado deitou-se embaixo de uma árvore. Logo em seguida, um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por alí.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
- Ah, é você então, o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga, e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta você está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoava a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo?
Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
- Dizem que ela conhecia aqui na floresta um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou à ninguém.Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo. Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste, sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
" Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema, que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega em seu dorso um cabresto, então será cansativo demais para ele vir até aqui."

Você pode até aceitar os coices quelhe derem, quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.
Quanto ao cabresto, não culpe ninguém por isto, afinal, muitas vezes foi você mesmo que o colocou no seu dorso, ou permitiu que fosse colocado.
Queridos amigos!! Nunca coloque as culpas em ninguém pelo fardo que é seu, e lembre-se que podemos amar pessoas assim, mas chega um momento que as feridas não irão mais cicatrizar.



By: Anjo Missionário

A história do cão e o coelho - Reflexão

Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos.
Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. O homem comprou um filhote de pastor alemão.
Conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
- De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, "pegar" amizade...
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais. Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho.
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem:
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
- Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças.
- Descobriram!
Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara e essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado. O que faz ele... Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo. E o ser humano continua o mesmo, sempre julgando os outros...
Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.
Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?

By: Anjo missionário